QUIET AFFAIR

BARETA

INÍCIO

BARETA

PONY

TÉRCIO

TOPO

drums

 

BARETA remonta a 1958, e é uma concepção portuense transplantada para Leça da Palmeira. Cresceu entre a construção doméstica de instrumentos de percussão e o aperfeiçoamento dos sons que conseguia extrair deles. Aos 14 anos a bateria já não era um instrumento externo, tinha sido interiorizada como uma extensão da sua matéria orgânica corporal. Transitou do roteiro dos bares locais para os palcos de auditórios nacionais.

 

Autodidacta, absorveu influências musicais de um espectro quase ilimitado, na convicção de que a qualidade não discrimina estilos. Encara a música como um desporto coletivo para ser praticado em equipa. Perfeccionista até à obsessão, realiza-se na composição e em todo o trabalho desenvolvido no ambiente controlado da sala de ensaios. É um músico carismático, com uma identidade própria que ecoa em cada toque, e uma voz timbrada que raramente faz soar.

 

Apresentou-se ao público com o rock dos “Obciza” (1975-1978), a que se seguiu o projeto “À Margem” (1980-1882).

Integrou a secção rítmica dos “Anibal Miranda e os Martinis “ (1982-1984), onde se manteve depois de simplificado para apenas “Martinis” (1984-1986). Auditórios inundados de new wave a movimentar plateias entusiastas.

 

Aderiu à pop com os “Psycho Peters” (1985-1987), “A Mania dos Pedros” (1987-1990) e “Mania” (1999-1994). Três versões da mesma ideia, que marcou uma época e catapultou diferentes personagens para outras formações.

 

Esgotou o século entre dois conceitos: “Emília” (1994-1997) e "Zoologic" (1999). E inaugurou a nova era com as baquetas dos "Checkpoint" (2001 – 2005) -  um alinhamento antigo com uma maturidade recente.

 

Ao longo deste intervalo de tempo, colaborou como artista convidado com os “Arte & Ofício” (1990), as “Amarguinhas” (1994) e "Paulo de Carvalho" (1995).

 

Em 2012 assumiu a bateria dos QUIET AFFAIR, em cuja musicalidade se revê. Tocar e trocar ideias, marcar ritmos e posições. O conforto prazenteiro de criar.