QUIET AFFAIR

TÉRCIO

INÍCIO

BARETA

PONY

TÉRCIO

TOPO

bass

TÉRCIO é de 1992, natural de Leça da Palmeira, Porto, onde reside. Estreou-se na percussão com três anos, a fustigar caixas de papelão com colheres de pau e escutar os diferentes sons que ecoavam pela casa. Travou conhecimento com a primeira bateria antes do ensino básico, e apaixonou-se irremediavelmente por ela. Manhãs, tardes, e dias inteiros dedicados à difícil coordenação exigida por um instrumento que trabalha todo o corpo em simultâneo. Ouvir e tentar repetir, tocando por cima do original.

 

Começou por entreter festas familiares, evoluiu para abrilhantar celebrações escolares, e avançou para a participação em workshops. Aos 12 anos integrou os “PSF- Projeto Sem Fronteiras” (2004 – 2009) com os quais rodou a bateria por uma centena de palcos em Portugal e Espanha. Enveredou pela formação académica em música, primeiro na “Escola de Jazz do Porto”, e depois na “ESMAE - Escola Superior de Música Artes e Espectáculo”, onde se encontra a frequentar o segundo ano de licenciatura.

 

Neste percurso apurou a multi-instrumentalidade que o caracteriza, e que lhe permite tocar qualquer ferramenta musical com mestria e à vontade. Apesar da dedicação primordial à bateria, com a qual cresceu e tem vindo a amadurecer, tem revelado prestações notáveis na guitarra e no baixo.

 

Desde sempre seduzido pelo palco, e pela adrenalina extraída da interação com o público, mais recentemente divide-se entre esse apelo e o desafio criativo da composição.

 

No contexto escolar participou e destacou-se em vários “combos” de jazz. Paralelamente, conduziu a bateria na banda de tributo aos Ramones, “Shenna Punk Rocker” (2013), e no colectivo “Johnny Johnny” (2012). Em 2009 constituiu o “Trio Daniel Gomes” onde deleita públicos assíduos com os malabarismos das baquetas em ritmo jazz. Desde 2012 passou a acumular esta vocação com o manuseio da guitarra ao serviço dos “Second Floor”, numa sonoridade resgatada ao punk rock. No mesmo ano juntou-se ao projecto QUIET AFFAIR, colaborando na composição e assumindo o baixo.

 

Com os QUIET AFFAIR descobriu que a música não se esgota na técnica, e que é possível emprestar a alma às notas, às letras, e aos silêncios, soprando alento ao som, para que seja um veículo transmissor de mensagens.