QUIET AFFAIR

TOPO

INÍCIO

voice & acoustic guitar

TOPO nasceu em 1965, de um cruzamento luso-germânico. Radicou-se em Leça da Palmeira, Porto, onde criou e cultivou raízes e referencias que perduram até hoje. Sentou-se ao piano antes de aprender a cartilha e cumpriu formação musical ao longo de uma década. Com as bases, aprendeu que a música é muito mais do que notas escritas numa pauta, teclas bicolores, pedais, cordas baquetas ou pratos – é a expressão sonora das emoções. É compositor por vocação e opção, revendo-se no processo criativo de construir músicas e escrever letras. Toca piano, guitarra, baixo e sintetizadores, mas ambiciona familiarizar-se com a maior variedade de instrumentos possível, na tentativa de encontrar os registos adequados para os sons que inventa. Manifesta clara preferência pela guitarra e pelo piano. Mas a voz é a sua ferramenta mais diferenciadora, usa-a para dar identidade aos sons timbrando as sensações com a cor final.

 

Foi vocalista dos projectos “Psycho Peters” (1985-1987), “A Mania dos Pedros” (1987-1990) e “Mania” (1999-1994), acrescentando a estes dois últimos também a guitarra acústica. Três vertentes de uma ideia original comum que foi variando com a saída e entrada de diferentes elementos, e triunfou numa pop cantada em inglês e em português inundando os palcos de referência da época, e congregando alguns nomes que viriam, mais tarde, a impor-se sozinhos ou em formações autónomas.

 

Seguiu-se o sucesso comercial das “Amarguinhas” (1992-2000), onde fez teclados, baixo e segundas vozes em tom carnavalesco, capitalizando essa experiencia única em ensinamentos e directrizes.

 

Com a extinção do agrupamento inflectiu num sentido totalmente diverso, e depois de uma breve passagem pela banda de versões “Yin Yuh” (1999), alternou entre o baixo, teclados, programações e guitarra acústica dos “Checkpoint” (2000-2010) e os teclados programações e vozes da “Banda de Poi”(2020-2008).

 

A partir de 2011 integrou a banda de tributo aos Ramones “Shenna Punk Rocker” com baixo e segundas vozes.

 

Ao longo deste intervalo de tempo, colaborou como artista convidado com os “Zero” (1994) nos teclados, guitarra acústica e segundas vozes, e com “Johnny Johnny” (2011-2012) no baixo e segundas vozes.

 

Em 2012 deu início ao projecto QUIET AFFAIR, retomando o desempenho como vocalista, e mantendo a guitarra acústica.

 

Os QUIET AFFAIR representam um regresso a casa, um projecto sólido, com ideias próprias, com mensagens autónomas, que incorpora o gosto da música pela música explorando ideias, sons, imagens e tudo o demais que as emoções permitam, sem limites.